18 maio, 2006

Ecos de Macau IV

Fonte - Choi Su Weng

Procura o signo da água
na força que há no vento
pôe na alma o fogo
que desfaz a mágoa
que gera o alento


Se a vida é um jogo
não faças dela
obra acabada
Com tuas mãos recria
o fulgor do dia
e em cada iris
acende uma vela
sempre que vires
amordaçada
alguma lágrima


Fong-soi - António Correia
Antologia dos Poetas de Macau

7 comentários:

aprendiz de viajante disse...

Em meu nome e da minha família, que já te conhece, um grande beijinho!

Adorei essa viagem a Macau...

Jardineira aprendiz disse...

Não desfazendo nos outros, acho que este é o meu eco favorito!

Helder Ribau disse...

vim visitar-te novamente... continua optimo...

Girassol disse...

Wicca, tudo de bom para ti e para os teus meninos! Acho que quis espalhar alguma esperança e orgulho na nossa raça de portugueses intrépidos, dados estes tempos de desilusão que se vivem...

Jardineira, há poemas tão bonitos, tenho de os partilhar!

Helder, aparece sempre, espero continuar a transmitir o meu entusiasmo pelas viagens!

Beijinhos

greentea disse...

que maravilha de poema
que LUZ

se acendessemos uma vela em cada iris
por cada lágrima q corre



Amanhã há pescaria ???
beijinhos e bom fim de semana...

Isa Calixto disse...

Sob o simbolo da água, tanto a fonte como a lágrima estão de mãos dadas nesse espaço...lindo!

Beijinho de bom fim de semana

Girassol disse...

Greentea, é verdade, vamos ver se caiem uns robalitos no prato...!!!!!

Isa, também te desejo um bom fim de semana!

Beijinhos