No primeiro dia acordei ainda era lusco-fusco, 6 da matina!
Vi o dia nascer, os pássaros em grande azáfama acordando da longa noite, os empregados a lavar os carros na rua, a cidade a acordar para um dia cheio de sol!
Combinou-se um almoço no Mercado do Peixe, sítio novo para mim, na estrada da Costa do Sol, toda ela cheia de movimento, fervilhando de gente, comprando ou vendendo!


Mas antes foi possível uma volta de carro pela cidade, para recordar o antigo e conhecer o que de novo se construíu.
Velhos lugares, gratas memórias.
Uma nostalgia enorme, uma pontada no peito, emoção até dizer chega!!!!






Palavras... são desnecessárias.
Os nomes são diferentes, mas os lugares reconhecíveis.
Outros são recentes, mostrando uma cidade em grande desenvolvimento, a rebentar pelas costuras...
Os contrastes são enormes, próprios de um país novo, que irá encontrar o seu equilíbrio mais tarde, depois de amadurecer ideias, rever conceitos, mudar mentalidades, repôr alguma justiça social.
Mas o coração dos moçambicanos continua o mesmo, a saber amar.
E o seus sorrisos aquecem-nos a alma!