30 setembro, 2006
29 setembro, 2006
A hora do borracho...
E também ando meio jururu, como dizem os irmãos brazucas.
Até precisava ver o está a dar na TV...
É realmente o Senhor Palco, um puto divertido, com imenso talento!
Até me sinto melhor...
E a seguir John Cusack no seu melhor...
Comédia!
Bom...Que mais me irá acontecer????
Tenho de passar a acordar mais cedo!
27 setembro, 2006
Paciência
Com tempo e paciência, as folhas da amoreira transformam-se em vestidos de seda.
Provérbio Chinês
26 setembro, 2006
Irrespirável...
Agostinho da Silva disse que tinha saído de Portugal por vontade própria, não tinha sido exilado.
Porque aqui já não podia respirar...
São ciclos, a situação repete-se...
A falta de vergonha...
A injustiça no julgar...
A necessidade de arranjar um bode expiatório...
O desrespeito pelas pessoas e seus direitos...
O desemprego para os 40000 jovens licenciados...
O tráfico de influências...
É preciso dizer mais?
Quem me dera poder reformar-me e abalar...
Mestre, quanta razão...
Este Portugal está, de novo, irrespirável!!!!
24 setembro, 2006
Já tinha saudades suas, Professor...
Mesmo convictos de que não há nada, jamais se perca em nós o dom de amar.
Eis a vida perfeita: Amar Amor
Ontem estive, fascinada, toda a manhã a ouvir um programa na RTP2 sobre o Professor Agostinho da Silva.
A vida, as conversas, um filme, os testemunhos dos que com ele privaram tanto na vida pessoal como profissional, portugueses e brasileiros.
Ouvi, deliciada, o Mestre dizer que CULTURA, é também aprender a cozinhar, a costurar, a bordar, um conjunto de conhecimentos para tornar a vida dos mais simples e menos bafejados pela sorte mais rica em qualidade e bem-estar.
Amigo do povo, defensor do desenvolvimento rural, da interligação entre continentes ao fundar o primeiro centro de estudos africanos e orientais no Brasil na Universidade de Paraíba, da difusão da língua portuguesa pelos vários países africanos através do ensino levado a cabo por professores brasileiros às universidades desses países.
E o reconhecimento e os discípulos aí estão...
“À sombra do pinheiro de mestre Agostinho
Desenganem-se todos quantos me pensaram de férias, na doce calma do não fazer nada. Se há semanas me não blogueio, outra é a razão, mobilizado que tenho estado pela revisão de um longo livro sobre metodologias da minha área científica e pelo próximo lançamento de um espaço "net" sobre história do presente. Que as aulas estão prestes a começar. Para mim, é já daqui a um pedaço, aqui na Universidade de Brasília onde me encontro, tentando dar uma perspectiva europeia e portuguesa das teorias políticas das relações internacionais.E cá estou nesta capital federal, cidade de Agostinho da Silva, neste sertão de terra vermelha e mangueiras, nesta cidade sonhadas por Juscelino e arquitectada por um povo que a fez cruz e asa de avião. E lá trago as minhas agendas de procura, estes "carnets de politologue", onde tento deter o "mouvant" com um pouco de "pensée". Preciso destas saídas transatlânticas, a caminho do Sul para me sentir mais morenamente lusíada, procurando respostas para estes novos sinais do tempo
http://tempoquepassa.blogspot.com/2006/08/sombra-do-pinheiro-de-mestre-agostinho.html
(imagens e textos da net)
22 setembro, 2006
O segredo...
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
Mário Quintana
21 setembro, 2006
Já Confúcio dizia...
No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.
Confúcio
20 setembro, 2006
No fim ...
No fim tu hás-de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...
Mário Quintana
18 setembro, 2006
Amo como ama o amor...
Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Fernando Pessoa
(imagem e texto da net)
14 setembro, 2006
Histórias da Tia Alice IX
Qualquer coisa maior que isto, ainda mais largo:
Pois então vou-vos contar uma história passada recentemente, absolutamente verídica!
A Tia Alice tinha um roupeiro destes no quarto, aos pés da cama, cujo equilíbrio não era dos melhores.
Se o gavetão estava aberto e se se abria a porta, ele oscilava...
Preocupada, resolveu pregá-lo à parede, para evitar acidentes. Chamou alguém para efectuar esse biscate ( ...), mas antes disso resolveu mudá-lo de sítio, para a parede ao lado da cama. Lá conseguiu ajuda e o roupeiro ficou no lugar.
Ao abrir a porta deste, sozinha em casa, ele caíu....e ela ficou lá dentro fechada, apenas com uma nesga da porta aberta para respirar!!!!
Estas coisas só acontecem mesmo a uma pessoa que faz rir os outros...!!!!!
É preciso dizer que ela tem a bonita idade de 80 anos, é alta, encorpada.
Como conseguiu sair?
Muito sangue frio, muito raciocínio, muita calma, muita prece à Senhora de Fátima!
Tentou desaparafusar o tampo de cima....nada....
Com os pés, depois de retirar um deles que tinha ficado algo trilhado, pontapeou com força a traseira do roupeiro (madeira de acácia) e por fim conseguiu romper e sair quase ilesa, apenas com umas arranhadelas numa perna, algumas nódoas negras, o corpo dorido.
Moral da história:
Nunca fiquem fechados num roupeiro que vos caia em cima, a não ser que tenham uma protecção enorme de santinhos e para isso, teriam de ser, no mínimo, como esta tia valente e com um coração de ouro!
A Magia do Cinema
Quis trazer aqui Cinema de Outra Eras, tanto quanto os meus gastos neurónios faziam o favor de recordar…
Quis mostrar alguns momentos mágicos, para mim emocionantes, que não queria esquecer , de tão belos.
Quis partilhá-los convosco para que sentissem o prazer de rever imagens, ouvir diálogos e canções do passado.
Difícil satisfazer todos os gostos, dada a diferença de idades, as opções pessoais, o modo diferente como cada um viu e reteve impressões acerca dos filmes e canções apresentadas.
Chegou ao fim esta Saga de Cinema a Metro…
Retomarei o curso normal deste espaço com temas diversos e mais espaçados no tempo!
Espero, no entanto, que tenham sentido tanto prazer como eu…
Agradeço a atenção, a pachorra, os comentários jocosos, a companhia nas sessões de cinema e concertos!
Fecho, pois, esta série de Cinema com um trailer dum filme, também um clássico...
A Insustentável Leveza do Ser
Lembram-se?
Se não viram, aluguem o DVD...
Vai mexer convosco...como aconteceu comigo!
13 setembro, 2006
12 setembro, 2006
11 setembro, 2006
10 setembro, 2006
Encontro de blogueiras....
Almocei tarde, como sempre, aos domingos.
Preparei-me para ir ao encontro da primeira blogueira desconhecida da Tribo Girassol...
A Jardineira Aprendiz, do blogue Cores da Terra, onde as plantas são tratadas com todo o amor e respeito, independentemente das suas origens...!!!
Calças pretas? Calças brancas? Decidi-me pelas brancas, apesar de me fazerem mais gorda...Vesti a t-shirt preta com o header do girassol-cinéfilo estampado a fim de ser reconhecida, agarrei a carteira e meti-me a caminho, não sem antes colocar no leitor de cd do carro a banda sonora de Love Actually
Quando cheguei ao local escolhido para o encontro, reparei que não tinha saldo no telemóvel...Carreguei-o e dirigi-me para o café.
Já me tinha sentado, quando a porta do café se abriu e a Jardineira entrou...Dirigi-me a ela, já que a reconheci pela foto, que à cautela me tinha mandado...
Sentámo-nos na esplanada e a conversa rolou fácil, como dizem os brasileiros, com tanta graça. Família, trabalho, blogues e blogueiros/as, enfim uma tarde inteira versando os mais diferentes e controversos temas, sem constrangimentos, nem timidez.
Crépes com gelado de chocolate, depois um sumo Compal de frutos vermelhos...
E um livro de presente!
Já eram 19h e 30m quando finalmente resolvemos regressar a casa.
Até uma próxima vez, assim ficou combinado!
E se os outros girassóis da Tribo se juntassem...Porque não?
Ah, que prazer seria, uma noitada de farra!!!!! Que acham?
Até iríamos a Lisboa...
Vá lá, decidam-se...
É só dizerem o fim de semana...
Lá estarei!

















